sábado, 24 de dezembro de 2011

Merry Christmas!

2011 foi um ano cheio de lutas, aprendizado e realizações!
Celebrar esse momento de reflexão  e confraternização 
- Natal e Ano Novo -
com aqueles que amamos
é uma dádiva
que não podemos deixar de desfrutar.

Receba meus votos sinceros de paz, saúde e prosperidade!


quarta-feira, 6 de julho de 2011

A Segunda Guerra Mundial

É com grande satisfação e orgulho que deixo neste post de hoje o poema "A Segunda Guerra Mundial", que foi  escrito por dois garotos do 9.o ano do ensino fundamental daqui de Belo Horizonte. Um deles é o meu filho Douglas, que, a meu pedido, autorizou, juntamente com o colega Kevin, a publicação neste blog do trabalho que fizeram juntos. 

O texto é também uma forma de expressar repúdio pela violência que ainda perambula em nossas vidas, assombrando o dia-a-dia de cada um.


"A Segunda Guerra Mundial"

por Kevin e Douglas 



A Segunda Guerra
cheia de mortes acabando com a vida na terra,
trazendo risco às crianças que acabam
perdendo as esperanças.

Com vários ataques aéreos destruindo
solos férteis,
magnatas com tanques destruindo os
de antes.

Mortes, destruições e exageros
levam as famílias a ficar
em completo desespero.

Uma pergunta que me dá
até ânsia: - Para que tanta
ignorância?



Parabéns, meninos! 
Gostei muito do poema!


terça-feira, 24 de maio de 2011

Resumo da Educação no Brasil

Finalmente, alguém se habilitou, alguém teve coragem o suficiente para falar da realidade da educação no Brasil diante dos políticos e da mídia!

A professora Amanda Gurgel falou sobre as condições precárias de trabalho no Rio Grande do Norte, mas apresentou um quadro fiel do que acontece em todos os estados deste país!


QUALIDADE NA EDUCAÇÃO E VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR JÁ!


 

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Atenção: Anfíbios Trabalhando

 
Lutando pra vencer o cansaço de último semestre de curso - aliado a estágio obrigatório (essa é uma outra looonnga história!), mais aula particular, mais aula em curso de idioma, mais uma jornada tripla de tarefas em casa - ufa! -, dou boas vindas ao tão esperado e oportuno feriadão.
Folheando um dos livros que ganhei da FALE na semana passada, encontrei essa crônica, que achei interessante, embora a princípio tenha pensado na metáfora utilizada pelo escritor de um ponto de vista um tanto diferente... No meu caso, a terra seria a Literatura/Universidade e a água seria o mundo cão aqui fora... rsrs Anyways, sempre há possibilidade para novas interpretações...


Atenção: Anfíbios Trabalhando
   Luiz Antonio de Assis Brasil
Escritor e professor
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Vamos esquecer aqueles veículos brutalhões, em geral militares, em geral camuflados, que se desempenham tanto na terra como na água. Esses anfíbios são quase sempre assassinos. Pensemos em algo mais doce, nos bichos que, de acordo com seus humores, vivem em vários ambientes. Apetece-lhes variar, tomar novos ares, conhecer novas paisagens. Podem, é certo, sofrer algum problema de identidade, mas quando estiverem em muita dúvida, “quem sou eu? onde estou?” basta dar um salto para a água – ou para a terra – e fica tudo resolvido. Até que venha nova crise.
Compartilhando com os anfíbios a mesma dualidade, há alguns indivíduos da espécie homo sapiens. São poetas, contistas, romancistas, cronistas, essa gente perdida e desvairada, que em certo momento da vida, por circunstâncias às vezes enigmáticas para si próprios, atraíram-se pela Universidade – e a Universidade os aceitou. Ou vice-versa, porque nesse ramo da biologia  não se sabe o que veio antes, se o sapo ou o ovo.
Como sapo não reflete, ou reflete à maneira batráquia, o homo sapiens (ou mulier sapiens) tem o dever de honrar o adjetivo que o qualifica, e como a ANPOLL é uma instituição respeitável, não é adequado estar aqui falando de sapos. O literariamente correto seria pensar em Dr. Jekyll & Mr. Hyde, em Poe, na esquizofrenia de Gérard de Nerval, nos heterônimos de Pessoa, no mise en abîme de Gide, em Todorov, no retrato de Dorian Gray, nas metáforas tipo dois-em-um, tudo enfim que lembre o tema do duplo e que tenha
certa dignidade intelectual.
Mas crônica é crônica, e tudo se desculpa, inclusive as tautologias. Assim, assumo uma não-canônica primeira pessoa e vamos lá: reconheço minha condição anfíbia. Para dar nome aos bois: minha terra é a Universidade, e minha água é a minha literatura.
Como todo anfíbio, sei distinguir a água da terra, senão estaria morto. A terra me dá a segurança de que preciso quando as águas estão por demais poluídas pelos devaneios, pelos clichês, pelas rimas na prosa, pela inconsistência de personagens. São aqueles momentos em que eu nado, nado, nado e não saio do lugar. Já a terra tem primores que mais prazer encontro eu nela. Cá, na terra, posso dizer a mim mesmo que meu cérebro serve para outras coisas além de sonhar besteiras. Cá, tenho colegas com quem posso conversar num plano, digamos, científico, enquanto as conversas degringolam com facilidade para o nada e coisa nenhuma, sem falar na decadência dos bares e outros refúgios noturnos pouco salubres. Se cá pode haver invejas, acontecem ódios. Um artigo acadêmico, sob o ponto de vista dos efeitos, é menos perigoso do que um romance. Um artigo será contestado à moda civilizada, com argumentos, contra-argumentos, e só acontece no próximo número da revista, quando os ânimos já esfriaram. Um romance tem resposta imediata, que pode ir de uma ironia a um tiro de bazuca. Um passo em falso e lá vem uma crítica demolidora, que me afoga por um bom tempo. Sapos, tais quais gatos, têm sete vidas, e por isso sei levantar-me, sacudir a água e dar a volta por cima – mas para que isso aconteça, preciso correr para a terra. É duro ser Apolo e Baco ao mesmo tempo.
A vantagem de estar na água é que nela torna-se possível abusar sem remorsos do modo subjuntivo, dos verbos intransitivos e principalmente das orações coordenadas. A vantagem de estar a pé firme é que o sentido da sintaxe se aguça, e uma boa regra sempre nos salva. Condenados à liberdade à Sartre, os escritores-universitários por vezes gritam Meu reino por uma gramática!, mas são respondidos por um silêncio devastador. E às vezes o que falta não é tanto a gramática, mas o talento mesmo.
Ser anfíbio é perdoar Camões pelo al-maminha, pois a gente sabe que nem sempre a melhor expressão literária é a menos cacofônica; é compreender torturas do Machado ao mudar de estética a meio-caminho da obra: aquilo que nos compêndios consta como um erudito registro, custou lágrimas de sangue e noites de insônia ao vizinho do Cosme Velho; ser anfíbio é estar simultaneamente nos dois lados do balcão, envolvido num jogo em que vendemos caro o barato – e achar que deve ser assim mesmo; ser anfíbio é escrever um parágrafo acadêmico sabendo que aquilo poderia ser dito de outra forma, bem menos precisa e mais confusa, mas talvez mais sonora.
Contudo, não me queixo dessa minha condição: assim ocupo-me com mais um problema. Escritores adoram tensões.
É verdade que fica sempre um mal-estar, lá no fundo, algo quase imperceptível, de que se está fraudando alguma coisa, não se sabe bem o quê.
Mas nada que a escrita de um paper ou um capítulo de romance não resolvam.
 
Fonte:
BRASIL, Luiz Antonio de Assis. Atenção:Anfíbios trabalhando. Crônica. Rev. ANPOLL. n. 14. São Paulo. Jan./jun. 2003.

quinta-feira, 17 de março de 2011

MEC sugere não reprovar aluno nos três primeiros anos do ensino fundamental

                          

Essa reportagem, que foi ao ar no Bom Dia Brasil do dia 18/02, serve bem para completar os comentários que fiz no post anterior sobre os alunos de escolas públicas que são aprovados automaticamente sem terem aprendido o conteúdo necessário para o desenvolvimento salutar e contínuo do seu processo de aprendizagem.

Já pela fala inicial do repórter, "Não é lei, mas o MEC sugere não reprovar aluno nos três primeiros anos do Fundamental", percebemos que a questão tem um teor polêmico e delicado; porém, a meu ver, até agora o problema não foi analisado de modo a se encarar realmente a verdadeira fonte da sua origem. 

De acordo com o governo, "pesquisas mostram que os alunos que mais abandonam as escolas, desistem de estudar e de aprender são os reprovados nos primeiros anos do Ensino Fundamental". Ou seja, " a grande responsável pelo fracasso escolar é a reprovação." Uma conclusão bastante conveniente para aqueles que preferem ignorar e desconsiderar a condição quase calamitosa que impera em muitas escolas, que não têm sequer estrutura adequada, equipamentos didáticos funcionando e pessoal qualificado bem remunerado para acolher, apoiar e incentivar esses alunos que apresentam maiores dificuldades. Há projetos pedagógicos maravilhosos arquivados em estantes esperando para serem colocados em prática, mas que acabam tornando-se apenas projetos "para inglês ver", pois não são levados a termo por falta de verba, por causa da politicagem que entrava a direção de muitas escolas e até mesmo pela falta de interesse em se arregaçar as mangas e por a mão na massa. Afinal, qual poder quer ver seus cidadãos adquirindo o conhecimento e a emancipação capazes de libertá-los do seu jugo entorpecedor?

A princípio, ao menos parece que há uma preocupação em se criar o ciclo de alfabetização em três anos, que ajudará enormemente no alcance do letramento das crianças já no 3.o ano de vida escolar. "Os professores dizem que a proposta do MEC, em tese, é boa, mas argumentam que falta estrutura para colocá-la em prática." De acordo com a reportagem, "a pedagoga Leda Gonçalves de Freitas, da Universidade Católica de Brasília, argumenta que o aluno só será mesmo alfabetizado no final do ciclo de três anos, como quer o MEC, se houver mudanças em todo o sistema de ensino."  Ela completa, "Nós temos de pensar o conteúdo desse ciclo e o que fazer nesses três anos para que o aluno efetivamente seja aprovado. Se não construirmos essas condições, você só estará adiando um processo de reprovação.”

Concluindo o meu pensamento, vejo que essa questão da reprovação automática ou não serve apenas para criar uma cortina de fumaça e encobrir o bolor vergonhoso que vem deteriorando o sistema de ensino brasileiro, que - assim como a saúde - anda capengando para não sucumbir, apesar da falta de investimentos na qualificação e valorização dos professores, das salas de aula superlotadas e das más condições que desestimulam os alunos a buscarem o maravilhoso mundo do conhecimento.

Fonte:
http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/02/mec-sugere-nao-reprovar-aluno-nos-tres-primeiros-anos-do-fundamental.html

Quem se habilita?

No ano passado, eu tive a oportunidade de dar aulas de inglês numa escola pública de Belo Horizonte como professora designada. Estava bastante interessada em conhecer de perto como funciona esse sistema no dia-a-dia, de verdade, longe dos holofotes de uma mídia conivente com a imagem de um governo que diz priorizar a qualidade do ensino nas escolas públicas. Infelizmente, devo dizer que não foi uma experiência feliz ou agradável. Problemas como salas de aula super lotadas, falta de livro didático, falta de material de apoio - para as 7 turmas de 6.a e 7.a série, com aproximadamente 40 alunos cada, eu tinha direito a apenas 40 xerox por mês! -, alunos que não respeitam o professor nem mesmo como facilitador do aprendizado, alunos com dependência na disciplina de inglês fazendo provas cujas notas já haviam sido lançadas no diário escolar (!?!?) são algumas das realidades chocantes das escolas brasileiras, e falo isso também baseada em depoimentos de outros colegas que enfrentaram condições semelhantes às que encontrei.
Há toda uma engrenagem movendo o sistema educacional público na atualidade que favorece a corrupção do ensino, que faz vista grossa para o tal “passar o aluno de ano”, sem que o mesmo tenha aprendido o conteúdo necessário para seguir em frente. Embora muitos direitos importantes tenham sido reconhecidos e adquiridos nos últimos anos, como o Estatuto da Criança e do Adolescente, e a Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional esteja aí com o objetivo de regulamentar o sistema de educação brasileiro, em algum momento do caminho a boa intenção perde-se e o que se vê é toda uma geração de crianças e jovens com um futuro comprometido; o que se vê é o futuro do Brasil comprometido pela falta de comprometimento dos governos com a educação agora, no presente.
E quem seriam os responsáveis por tal situação? Seria apenas o resultado de um descaso político, da displicência da sociedade, da falta de pulso das famílias...? Não estou aqui para acusar nenhuma das partes. O que quero é gerar uma reflexão sobre o modo como estamos conduzindo o nosso país, pois acredito que, se queremos, de fato, consolidar o Brasil como uma nação de primeiro mundo, devemos valorizar os indivíduos desde pequenos para fugirmos do estigma de povo colonizado que ainda ronda a nossa cultura.
Assim, digo que governo, sociedade e famílias têm o poder para, juntos, fazerem essa revolução acontecer. A pergunta que fica , então, é a seguinte: quem se habilita?

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Brian e Howie D, do Backstreet Boys, visitam o Mercado Central


Para alguém que já foi fã da boy band Menudo, na década de 80, achei essa reportagem bem inusitada!
Acreditem( !), essa foto foi tirada no
Mercado Central de Belo Horizonte!

Leiam a reportagem...

Os Backstreet Boys já estão em Belo Horizonte e aproveitaram o dia de descanso para fazer turismo na cidade. Brian e Howie D foram ao Mercado Central, aproveitaram para fazer umas comprinhas e postaram uma foto pelo twitter oficial do grupo. "Compre até cair em Belo Horizonte", escreveram.
Na imagem os dois aparecem com um carrinho cheio, além de um berrante e dois pares de chinelos nas mãos. "Em Belo Horizonte, Brasil. Fui a um mercado com Jenn e os Littrels (Brian e sua esposa). Eu virei um louco por Havaianas e comprei 4 pares. Elas são feitas aqui", escreveu Howie.
Nesta segunda, Howie D também deixou uma mensagem pelo seu twitter pessoal, contando aos fãs que já experimentou a famosa caipirinha. "Tomei um Guaraná Antártica e estava muito gostoso!!!!! Também tomei algumas caipirinhas e elas foram mais gostosas ainda!!! ;)", disse.

É isso aí!
Belo Horizonte é uma cidade cheia de encantos!
E até quem é de fora reconhece!!!


Reportagem de Fernanda Machado - Portal Uai
Fonte:
http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_9/2011/02/22/ficha_mexerico/id_sessao=9&id_noticia=35118/ficha_mexerico.shtml
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